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[RESENHA] A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard

Uma fantasia distópica, triângulo amoroso e guerra entre vermelhos e prateados e muito mais é o que tem no livro A Rainha Vermelha



Simplesmente de tirar o fôlego! E pasmem, é um livro de estréia. Foi uma estréia famosa, com lançamento record e já ganhou adaptação para o cinema.

Quando vemos que tem algo a ver com reino, rainhas e príncipes, já imaginamos "tá ai mais um conto de fadas!"... eu pensava isso de A SELEÇÃO, e foi muito mais. A RAINHA VERMELHA, para mim, foi um fenômeno. Em primeiro momento, fiquei fascinada pela história ter um mundo dividido em dois: vermelhos e prateados. Depois, pela capa. É a capa mais linda que eu já vi, gente e a história promete.

O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses. Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso. Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?
Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe e Mare contra seu próprio coração.

Traduzido: Red Queen
Título: A Rainha Vermelha
Autora: Victoria Aveyard
Gênero: Distopia/Fantasia
Editora: Seguinte
Páginas:424
Classificação: 5/5
Compare & Compre: Saraiva



A Rainha Vermelha é um livro que trás muitas reflexões nas questões sociais que perduram nos tempos de hoje. Apesar de ser distopia, ainda assim, os preconceitos e os métodos de tortura não mudaram muita coisa.

O livro gira em torno de uma sociedade distópica regida pela monarquia. A população é dividida em dois: vermelhos e prateados. A cor do sangue já os definem socialmente. A história é recheada de traições, mortes, lutas, romance (eu esperava bem mais, os românticos incuráveis sabem o que estou falando - romance não é o foco do livro e sim a divisão do sangue e as guerras).

Os prateados é a classe dominante, são nobres e possuem poderes (que me lembram muito X-MEN). São caracterizados como deuses e soberanos,  tem tudo do bom e do melhor, são ricos e dominam o planeta.

Já os vermelhos obedecem, pois são a classe dominada e oprimida. Trabalham até a exaustão e quando completam 18 anos, os que ainda não trabalham são obrigados a irem para a guerra. Se não obedecem, são punidos severamente.

A protagonista é Mare Barrow, de sangue vermelho. Ela mora com sua família e está prestes a completar 18 anos e não tem emprego, sendo assim, em breve será enviada para a guerra. Seus três irmãos mais velhos já estão na guerra e Mare tenta achar uma brecha para não seguir este destino miserável dos seus irmãos.

Nessa busca por sua própria sobrevivência, ela vai parar no castelo para ser criada dos prateados. Muitas coisas acontecem e uma reviravolta começa.

Mare é uma protagonista forte, uma heroína e se envolve num triângulo amoroso com os irmãos Cal e Maven. Só que o romance não é o foco do livro (pena ☹).

A escrita da autora Victoria Aveyard é eletrizante e deixa o livro impossível de largar. Ela consegue manipular o leitor e seu mundo incrível nos enche de curiosidade.


Além de distopia e fantasia, o livro trás muito suspense e guerras. Amei o primeiro livro e aguardo ansiosa pelo segundo.

Leitura super recomendada!


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